sábado, 22 de agosto de 2015

Ritalina: tudo o que você sempre quis saber, mas tinha medo de perguntar

Experimento de uma semana: os efeitos da Ritalina num cérebro saudável

Por T.S., especialmente para o Turbine Seu Cérebro

Ela é a menina dos olhos dos concurseiros que ambicionam o emprego dos sonhos. É a queridinha de jovens que sofrem a pressão dos vestibulares. E é o estimulante predileto de muitos executivos bem sucedidos.

Que existe uma febre de Ritalina (metilfenidato) no Brasil, o segundo maior consumidor do remédio no ranking mundial, não há mais dúvida. Mas por que esse medicamento nos conduziu à vice-liderança de uso global?

Como muitos estimulantes, o metilfenidato, princípio ativo da Ritalina, causa uma explosão de um mensageiro químico - a dopamina - no cérebro. A dopamina tem muitos efeitos - e, entre eles, ela causa prazer. Atividades e substâncias que aumentam a dopamina alimentam o sistema de recompensa do cérebro.

É o gatilho para a dependência. Como o cérebro passa a associar o metilfenidato com o prazer, há chances de vício para o uso crônico. Mas, além disso, o aumento da dopamina costuma deixar as pessoas mais motivadas. Além disso, a dopamina é o neurotransmissor das funções executivas, como planejamento, tomada de decisões e concentração.

Para quem sofre com o déficit de atenção, a Ritalina apenas equilibra os neurotransmissores, corrigindo a carência de dopamina que caracterizaria o transtorno. Assim, alivia a falta de foco e organização, sintomas do TDAH.

Mas e num cérebro saudável? A Ritalina merece toda a popularidade que tem como droga de estudo? Há tal visão nos corredores dos cursinhos. Mas será que ela transforma asnos em Einstein ou apenas causa uma falsa sensação de inteligência? 

As perguntas sobre a Ritalina são muitas e, muitas vezes, é difícil encontrar alguém que as responda. Eu fui atrás das respostas para você. Usei a Ritalina durante sete dias e eu me comprometo a escrever um relato fiel. 

Antes de seguir em frente, tenha certeza de que você entende o que é um relato! Trata-se de puro empirismo e nenhum fundamento científico. São as coisas que eu senti, durante a minha experiência. 

Ênfase na primeira pessoa do singular! Há relatos na literatura científica de quem já usou a Ritalina e teve alucinações visuais e auditivas. Não é porque eu não as tive que essas pessoas estão "inventando" ou mentindo.

Se o conceito de que cada fármaco, ainda mais os psicotrópicos, funciona de modo diferente para cada pessoa é muito complicado para você, então não continue a ler.

Esse artigo apenas tem fins informativos e eu não me responsabilizo pelo mal uso das informações dispostas aqui. Consulte sempre o seu médico, em especial se você acredita que possui TDAH ou está insatisfeito com a sua concentração.

7 coisas que eu aprendi com a Ritalina


1. É muito fácil conseguir a Ritalina com um médico

Receita de Ritalina
Sim, você já sabe que há um mercado negro muito operante e que envia Ritalina para qualquer lugar do Brasil, sem necessidade de apresentar receita (clique aqui para conferir meu artigo sobre isso).

Comprar com criminosos pode ser um perfeito ingresso para perder seu dinheiro com uma fraude. E não é pouco dinheiro, já que esses anúncios online cobram até cinco vezes maiores que o da Ritalina na farmácia.

O que eu fiz? Bastou fingir que eu tinha TDAH. Não, eu não irei fazer um guia para você ou publicar uma cartilha de "como conseguir Ritalina no psiquiatra". 

Está fora do escopo desse texto discutir a fundo questões como a existência do TDAH (ainda calorosamente debatida). Mas está aqui uma prova de que psiquiatras prescrevem o remédio por vezes despreocupadamente. Os sintomas do TDAH são vagos e o critério de diagnóstico é fraco - é praticamente clínico. Em muitos psiquiatras, é no estilo "responda a esse teste da Capricho para vermos se você tem TDAH e leve sua receita, até a próxima". 

Poucos minutos de consulta adentro, o doutor pôs a tinta na receita amarela e também me encaminhou para outro posto de saúde.

Médicos prescrevem Ritalina mesmo com diagnóstico fraco
Não sugiro e nem encorajo que você faça o mesmo. A Ritalina é um remédio muito forte, com alto risco de causar dependência. O uso indevido é muito perigoso para a saúde. Eu fiz o uso da Ritalina para essa matéria ciente dos riscos pelos quais eu estava passando. Não me responsabilizo pela sua saúde ou pelos riscos que você enfrentará caso venha a usar a Ritalina indevidamente.

2. A Ritalina ajuda a focar nas aulas
A caixa de Ritalina trás comprimidos bem pequenos, parecem inócuos. Ledo engano. 10 mg e 30 minutos depois, tudo mudou. 

Eu estava numa aula. Os efeitos foram notáveis: de repente, não precisava de nenhum esforço para manter o foco. Eu estava totalmente concentrado.

O assunto, que normalmente não me interessaria, de repente se tornou até prazeroso de acompanhar. Não havia nada que me distraísse das anotações ou do acompanhamento da resolução das questões.

Todo o prédio do curso poderia muito bem pegar fogo que eu continuaria fazendo anotações sobre a aula porque era isso que absorvia toda a minha atenção no momento.

3. Ritalina ajuda a estudar
A Ritalina me ajudou a manter a atenção por mais tempo, sem me distrair

Nas sessões de estudo, o mesmo. Pela minha experiência, a Ritalina não arrasta ninguém para uma biblioteca. Mas depois de começar uma tarefa e, então, usar a Ritalina, manter a concentração e estudar fica muito mais fácil.

A atenção é tanta que beira a obsessão. Você fica tão absorto nas páginas dos livros que até mesmo esquece de beber água ou de comer. Na resolução dos exercícios de matérias exatas (como Física), eu também notei uma melhora tremenda. 

Eu estava obstinado a encontrar respostas - e meu cérebro parecia operar bem mais rápido e resgatar os conceitos e as fórmulas que eu precisava para resolver as questões.

4. A Ritalina aumenta o desempenho nas provas
Como parte desse experimento, avaliei como a Ritalina afetaria meu desempenho em um simulado para o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem). O simulado tinha o mesmo modelo do Enem: 90 questões num dia, 90 questões no outro, com uma redação. Usei a Ritalina 1 hora após ter iniciado o simulado.

Caixa de Ritalina
Será que as melhoras que eu estava sentindo eram apenas placebo? Não foi o caso. Eu senti que a fadiga mental era muito menor. Em vez de ficar distraído com o passar das horas, eu continuava focado nas questões. Não somente isso possibilitou que eu acabasse a prova dentro do tempo, como também eu tive um excelente resultado.

5. A Ritalina não te deixa mais inteligente
Nesse simulado Enem, das 180 questões, eu acertei 161 - um resultado muito além daquele que eu tive ao fazer a prova do Exame Nacional no ano passado. É claro, eu tinha o conhecimento e havia aprendia o conteúdo para fazer boa parte das questões. 

A Ritalina não colocou uma Wikipédia e uma calculadora científica no meu cérebro. Ela apenas permitiu que eu me mantivesse concentrado na minha tarefa - evitando o desgaste mental. O tempo passava, mas meu cérebro não dava sinais de fadiga. 

Pelo contrário: o desempenho era como se eu tivesse acabado de começar a prova, mesmo que 4 horas já tivessem se passado.

6. A Ritalina cobra um preço por isso
Usar a Ritalina como estar dirigindo um carro numa estrada reta e sem fim. Com a Ritalina, os freios do carro não funcionam e você apenas pisa no acelerador, olhando para frente, sem parar. 

Uma hora, porém, o carro morre e você colide contra um poste. Especialmente nas doses mais altas com 30 mg de uma vez.

Sim, depois de umas 4 horas, os efeitos como o foco alto e aumento na motivação passam. E parece que abriram sua cabeça e arrancaram o seu cérebro. Nas gírias do mundo do bodybulding, isso costuma ser chamado de "crash".

Eu me senti morto, incrivelmente fadigado, com um desempenho muito pior do que você tinha antes de ter tomado a Ritalina e desinteressado por tudo. 

7. A Ritalina não te deixa "viciado", mas tem muitos efeitos colaterais indesejáveis
Usei a Ritalina durante uma semana. Depois que parei o uso, meu corpo não sentiu "falta" do remédio. Não havia criado nenhuma dependência. Eu não senti necessidade  de usar comprimidos para me sentir bem.

Sinto que a Ritalina não "vicia", mas eu imagino que ela possa facilmente criar uma dependência psicológica. Como ela é capaz de potencializar o desempenho mental em curto prazo, é fácil ficar tentado a usar esse atalho.

A linha de pensamento é essa: "eu não preciso usar a Ritalina para ter um desempenho bom, mas, se eu usá-la, vou ter um desempenho AINDA melhor".

Eu pretendo nunca mais usar aqueles comprimidos que sobraram. Sinceramente, não vejo como alguém consegue usar a Ritalina todos os dias, apenas para trabalhar ou estudar. Claro, nem todos responderão à droga da mesma forma que eu. Para mim, porém, o seu uso diário - com todos os altos e baixos - seria insustentável.

Isso significa ter que suportar a gangorra de emoções que a Ritalina promove - primeiro, uma euforia; depois, uma grande depressão. Isso varia com a dose: essas oscilações de humor são mais profundas quando uma dosagem de 30 mg, por exemplo, é usada. Mas mesmo com 10 mg, é possível sentir um pico de produtividade, seguido de angústia e letargia quando o efeito passa.

Coloque no meio de tudo isso, crises de ansiedade, que são ainda mais ampliadas se você misturar a Ritalina com o café. Em pessoas propensas à ansiedade e sem TDAH, acredito que a Ritalina não deveria jamais ser utilizada. 

Além de interferir na minha personalidade e controle emocional, a Ritalina também teve outros efeitos indesejáveis, como dores de cabeça, perda de apetite, aceleração dos batimentos cardíacos, elevação da pressão arterial e boca seca.
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Por Matheus Pereira
16 alternativas à Ritalina a serem discutidas com um médico
Você não precisa estressar o seu cérebro e todo o seu corpo com o uso de estimulantes tão fortes como a Ritalina para sentir melhoras cognitivas. 

As melhores alternativas à Ritalina são os nootrópicos. Nootrópicos conseguem "turbinar o cérebro" com muita eficiência, mas sem o perfil de risco de estimulantes fortes como a Ritalina. Em vez de agredirem seu cérebro, nootrópicos o protegem.

Quer conhecer mais a respeito dos nootrópicos e melhora cognitiva em pessoas saudáveis? Então, conheça, clicando aqui, o meu ebook "Turbine Seu Cérebro", que fala sobre o tema. Esse é o primeiro livro digital brasileiro sobre o assunto e configura uma excelente fonte de pesquisa.

Não apenas eu mostro a avaliação dos estudos científicos demonstrando a eficiência de 16 nootrópicos, como eu relato a minha experiência pessoal com eles. Boa pesquisa e leitura!

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27 comentários:

  1. Já que vc não vai usar mais, pode me enviar o que sobrou da tua ritalina. Eu quero. kkkkk

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  2. eu fui no médico. expliquei pq queria a rita, falei da falta de concentração e tudo. ele diagnosticou que eu nao tenho TDAH. mas ele faz uso de rita e acha o maximo, então acabou fazendo uma receita para mim.
    usei, mas sinceramente, não senti nenhuma diferença. até falei para ele que não sentia nada.
    amigos meus que usam, amam, mas eu dispensaria...

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    1. Dizem que o efeito pode ser sentido em até 1 mês.

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    2. Amigo cada caso é um caso, meu primo toma uma de 70MG, não é a de 10 nem a de 30, ele fica focado o dia todo, acho até engraçado o comportamento dele, parece um gatinho, fica lá na dele e não fala nada, mas o desempenho dele melhorou muito nas provas, eu queria mas o meu psiquiatra não me recomenda e me passa o imipramina que ajuda muito, e também o clorídrato de nortriptilona, já me ajudam muito, aJudá na ansiedade mas não na atenção

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  3. O primeiro dia que tomei a Ritalina mais me atrapalhou do que ajudou nos estudos. Me senti totalmente drogada, de verdade! Percebi que a concentração melhorou, mas fiquei tão assustada com os efeitos que mal consegui estudar. Sentia uma energia tão forte no corpo inteiro que parecia mais algo sobrenatural. Fiquei com a visão meio turva, com tontura, enjoo e o coração bem acelerado. Sensações horríveis!! No dia seguinte tomei um comprimido à tarde e os sintomas foram bem mais fracos. No início da noite tomei outro e parece que se concentrou tudo na cabeça. Fiquei sentindo um peso enorme e com muita dor de cabeça. Com o passar dos dias eu fui tendo menos sintomas e mais concentração. Eu pedi para o meu neurologista me receitar a Ritalina, principalmente depois que ele mesmo confessou que dava resultado. Então me prescreveu uma quantidade para três meses, de 10mg, tomando dois por dia, pela manhã e à tarde. E se fosse estudar à noite tomasse mais um no final da tarde. Confesso que fiquei com receio de continuar tomando por causa dos efeitos colaterais, mas como estão amenizando com o passar dos dias eu vou persistir, já que tenho provas de concursos para fazer em breve e estou aumentando o meu ritmo de estudos. Porém, acredito que não voltarei a tomar mais depois que os comprimidos acabarem...

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    1. Olá, anônimo. Relato interessante, o seu. Um dos grandes problemas com o uso da Ritalina é a possibilidade de dependência psicológica. Há estudos apontando que ela também pode até mesmo piorar alguns parâmetros cognitivos, em especial a memória, com o uso de longo prazo. Analise essas e outras questões com o seu neurologista. Um abraço.

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  4. Veja isto.

    "Avaliando os resultados conjuntamente, podemos dizer que o dano recente ao DNA está associado ao mecanismo de ação tanto da anfetamina como do metilfenidato. No tratamento com metilfenidato, para nossa surpresa, podemos constatar que os ratos adultos também apresentaram dano recente ao DNA." http://www.bibliotecadigital.ufrgs.br/da.php?nrb=000694422&loc=2010&l=deee722fe277024d
    .
    DNA damage in rats after treatment with methylphenidate http://sabi.ufrgs.br/F/U22IAF1LHNHYI543QD24EFYTXXTL2PB8X3DHLEUQS498PAGAY8-27291?func=full-set-set&set_number=042243&set_entry=000002&format=999
    .
    Tratamento crônico com metilfenidato diminui os níveis de ATP e promove perda de neurônios e astrócitos em hipocampo de ratos jovens Clinical and biomedical research. Porto Alegre, Vol. 34, supl. (set. 2014), p. 38, resumo 774.

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    1. Henrique, é muito interessante conferir o estudo da UFRGS. Tive acesso apenas à versão em inglês do "DNA damage in rats after treatment with methylphenidate". Acho importante esclarecer a relevância dos achados de danos ao DNA, no caso do metilfenidato. O achado não aponta para potencial mutagênico. Fazendo uma tradução grosseira de alguns trechos da conclusão do estudo:

      "No presente estudo, descobrimos que a administração aguda e - a uma maior extensão - crônica de metilfenidato aumenta os níveis de danos ao DNA no corpo estriado e no hipocampo. No entanto, como não encontramos mudanças na frequência de micronúcleos, esses resultados sugerem que o metilfenidato induz apenas um dano transitório ao DNA. Como existem múltiplos sistemas para reparar danos iniciais e prevenir a formação de lesões permanentes, caso ocorra algum dano, deve haver uma rápida remoção da lesão. Isso sugere que o metilfenidato possui efeitos genotóxicos transitórios, no entanto, o metilfenidato não demonstra ser mutagênico. (...) Já foi demonstrado que danos ao DNA podem ser induzidos pelo exercício físico excessivo, o que não é acompanhado por um aumento na frequência de micronúcleos".

      Infelizmente, não tive acesso ao segundo texto, que comenta sobre a perda dos neurônios e astrócitos no hipocampo de ratos jovens.

      Obrigado por compartilhar os links!

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  5. POST ridículo... Se você tomasse umas Ritalinas e fosse estudar um pouco antes de postar esse conteúdo lixoso talvez tirasse algumas conclusões melhores sobre o uso indevido desse medicamento. Além de ser um criminoso, ainda influência que outras pessoas se automediquem...

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    1. Henrique, esse post justamente critica e alerta sobre o uso indevido da Ritalina. Talvez você devesse estudá-lo antes de acusar alguém de criminoso levianamente.

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  6. Tenho algumas caixas, se tiver interesse pode me chamar no 19-99222-3209.
    Grata

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    1. Quanto cada caixa ? Vou cheirar tudo vc e de onde

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    2. tenho 3cx sobrando, pois vou interromper a ritalina por questão da ansiedade e costumava comprar umas reservas sem receita, preço q paguei 100R$ cada, (21)968407381

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  7. Eu tenho interesse em 1 cx..Dá pra 1 mês?Preciso fazer uma prova em 15 dias..

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    1. Eu uso esse medicamento, pois fui diagnosticada. Tenho uma caixa sobrando. Se alguém tive interesse. Email: nnfn@outlook.com.br

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  8. eu tomei por indicação de uma amiga eu gostei primeiro dia senti com foco no meu TCC dai tomei outro mais me deu um pouco de mal esta meio dopada estranha.

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  9. como se consegue a Ritalina sem receita?

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    1. Eu uso esse medicamento, pois fui diagnosticada. Tenho uma caixa sobrando. Se alguém tive interesse. Email: nnfn@outlook.com.br

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  10. Característica de comércio ilegal de medicamentos (ainda tarja preta) pqp! kkkk

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  11. Eu fui ao neurologista e reclamei de falta de concentração. Ele me passou a ritalina. 10 mg duas vezes ao dia. Tomei e o pico de concentração vinha. Mas logo na primeira semana, comecei a notar que estava enfraquecendo a memória de curto prazo. No fim do banho, já não lembrava se tinha colocado shampoo ou não. Isso me assustou e parei de usar. Usei por um mês e nunca mais. Isso aconteceu com mais alguém?

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    1. Aconteceu. E opior
      era que após o efeito fucava muito triste

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    2. Também senti essa falta de memória a curto prazo, honestamente eu acho que é por que a gente não ta focando em tudo a nossa volta, e não percebe algumas coisas. Não que afete a memória de curto prazo.
      E sim, os efeitos também diminuiram pra mim depois de uma semana

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  12. Pessoal tenho uma de 10Mg com 60 cps por 290,00, interessados silvareg2010@hotmail.com

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