terça-feira, 10 de novembro de 2015

Noopept: o racetam definitivo - PARTE II - Mecanismo de ação do Noopept


ATENÇÃO: neste artigo, há um relato do autor David Len da inalação do Noopept. O blog não endossa esse uso. Além de desnecessário (o Noopept, usado oralmente, tem alta absorção e chega ao cérebro intacto), a inalação do Noopept pode também ser perigosa à saúde. Siga as recomendações de um profissional da saúde ao usar qualquer fármaco ou suplemento.

Londres tem mais de 8 milhões de habitantes. É uma cidade que fervilha e que não para. Opções de divertimentos? Não faltam. Escolha: você pode visitar os famosos cartões postais, pubs, museus, teatros, cinemas, exposições, estádios de futebol e concertos. No olho do furacão, bem no centro da cidade, está a prestigiada London School of Economics (LSE).

Praticamente uma babel moderna, esse prestigiado centro acadêmico reúne estudantes e professores de mais de 145 países. É uma confusão de línguas, sotaques e gírias num só lugar. Além do desafio linguístico, a LSE é extremamente exigente com seus alunos. Thais Tartalha, brasileira que fez intercâmbio por lá, relata ao Demografia Unicamp:
Você tem de aprender a lidar com uma grande exigência sobre o que você faz e com respeito a prazos relativamente curtos (...). A acuidade metodológica é quase uma obsessão na LSE (...). A crítica daqui é sempre no sentir de tentar fazer você ter mais acuidade e tem dias que você tem vontade de sair chorando, mas te de engolir seco (...).
Biblioteca da London School of Economics
A LSE exige uma extensa lista de pesquisa e leitura - tudo disponível no rico acervo de sua biblioteca. Os respeitados (e afortunados) estudantes da LSE, no entanto, tem seus truques para enfrentarem o inevitável desgaste mental: Noopept. Quem conta é um dos acadêmicos da própria LSE, David Len, num artigo ao The Tab:
Eram 2 horas da manhã e eu estava preso na biblioteca da LSE mais uma vez, exausto e lutando para terminar o meu trabalho - que tinha que ser entregue em apenas oito horas. Bocejei pela centésima vez e decidi ir ao banheiro para jogar uma água no rosto.
Mal sabia que aquela pequena caminhada mudaria minha vida para melhor.
No banheiro, encontrei um rapaz do segundo ano do meu curso, inclinado na pia e cheirando um pó branco. Parei, em choque, quando ele me viu e perguntou: 
"Quer um pouco?". Quando eu me recusei, ele disse: "Não é o que você pensa. Isso é Noopept, uma smart drug lícita, da Rússia. Experimente. Eu prometo que você não vai se arrepender. Me ajuda a enfrentar (os estudos)."
David Len, da LSE, acabou gostando daquela estranha droga russa. Foto: David Len - The Tab

 Depois de hesitar um bocado, o autor conta que decidiu experimentar a droga misteriosa. Resultado:
Duas horas depois, eu tinha em mãos o melhor trabalho que eu já tinha escrito. E mais que isso: foi tão fácil! (...) O Noopept não apenas aumenta minha percepção dos acontecimento, como também aguça meus sentidos de visão, audição e olfato. Me ajuda a memorizar (...). Eu até mesmo passei a gostar das aulas e responder às perguntas em vez de ir para o mundo da Lua.

sábado, 7 de novembro de 2015

Noopept: o racetam definitivo - PARTE I - Nasce um novo nootrópico

*POST ATUALIZADO NO DIA 08/11/15


Entenda porque o fármaco russo é 1000 vezes superior ao velho piracetam!
*OBS: Quimicamente, o Noopept não é da classe dos racetams, porque não tem um anel pirrolidônico em sua estrutura. Funcionalmente, contudo, o Noopept é agrupado na família racetam.
É difícil fugir de certas imagens mentais ao falar sobre  Moscou. É um desafio não pensar, por exemplo, na vodca - bebida usada para aplacar o terrível frio russo. Como não lembrar, por exemplo, do semblante severo de Vladimir Putin - um dos políticos menos sorridentes do mundo?

A prestigiada cientista Rita
Ostrovskaya, que comanda pesquisas
sobre o Noopept desde os anos 90
Mas nem só de vodca, caras fechadas e frio de rachar vive a Rússia. Se você quiser desconstruir essa imagem, experimente visitar os corredores da Academia Russa de Ciências Médicas. Por lá, você poderá esbarrar com essa senhora da foto que, do alto dos seus 83 anos, mantém o vigor e a energia de um adolescente.

O Instituto de Farmacologia é praticamente a segunda casa de Rita Ostrovskaya - uma viúva, pesquisadora e professora que trabalha por lá há mais de cinco décadas.

O sobrenome estranho parece inevitavelmente trazer à memória a imagem da frieza e austeridade russa. Mas não é nada disso: essa prestigiada cientista carrega sempre um sorriso no rosto. Em entrevista a um podcast americano (vale a pena ouvir se você fala inglês), Rita conta, entre risos: "Eu tenho uma mente muito ativa e tenho interesses em vários assuntos. Eu trabalho no Instituto de Farmacologia, e então, venho para casa, durmo um pouco. Umas cinco horas depois, já estou de novo perto de um computador".

A razão para esse dinamismo e lucidez não é apenas manter a mente ativa. O segredo de Rita tem nome e apelido: (respire fundo antes de proceder à leitura) éster etílico de N-fenilacetil-L-prolilglicina - ou simplesmente Noopept. 

Você já deve ter lido em algum lugar que trata-se de uma molécula "1000 vezes mais poderoso que o piracetam" (e discutiremos isso mais a frente). Fato é que Rita Ostrovskaya usa a substância há muitos anos (assim como esse que vos escreve está usando neste momento). Ela parece mais sóbria que muitos jovens (e eu sinto uma facilidade incrível para encontrar as palavras e redigir o texto).

domingo, 1 de novembro de 2015

Em breve, novidades no blog: Noopept!


Eu sei que posso parecer um autor ausente - já que há muito tempo não publico aqui. Mas garanto, aos mais de 200 visitantes que diariamente passam pelo blog - mesmo sem as atualizações - que o meu "sumiço" é por uma boa causa!

Nesses últimos 7 dias, eu tenho feito uma excursão pela literatura científica que trata do Noopept. Sim, aquela estranha droga da Rússia que supostamente seria 1000 vezes mais forte que o piracetam. 

No meu próximo artigo - que será publicado esta semana - eu irei elucidar para você os benefícios e as vantagens desse nootrópico praticamente desconhecido no Brasil. Totalmente traduzido do "neurologuês" para o português bem claro.

Também relatarei sobre como comprei o Noopept e a minha experiência com ele.

Adianto que mesmo os mais entendidos do assunto ficarão de queixo caído com o meu próximo artigo. Eu irei expor informações que estão bastante "enterradas" na literatura científica - e que todos os sites em inglês que falam sobre nootrópicos deixaram passar.

Aos leitores, eu agradeço pelos comentários e emails, que são sempre muito bem-vindos (responderei-os com toda a atenção que merecem em breve). Quem quiser estender a leitura, pode abrir o meu ebook digital, o Turbine Seu Cérebro. Dá um clique aqui para você conhecê-lo.

Até breve!