terça-feira, 17 de maio de 2016

Colina e Noopept: existe sinergia?

Entenda a importância da colina e como essa vitamina interage com o nootrópico Noopept


Como disse no post anterior, vou responder a uma série de e-mails que estão acumulados em minha caixa de entrada na forma de artigos. Desse modo, posso atingir um público maior que tem as mesmas dúvidas que os leitores que me buscaram reservadamente. 

Estreio com a mensagem do leitor Pablo que me questionou, entre outros, se o Noopept, um melhorador cognitivo vendido na Rússia (leia mais) deve, necessariamente ser usado com a colina, uma vitamina do complexo B que ajuda a formar a acetilcolina, um neurotransmissor envolvido na memorização (leia mais). Ainda, o Pablo pergunta a respeito da segurança do Noopept - assunto que merece um artigo a parte. Confira o e-mail:



Um disclaimer
Antes de discutir o tema e chegar às minhas conclusões, quero deixar um aviso de isenção médica. Peço que o leitor tenha em mente que não sou médico, nem farmacêutico. Se sou alguma coisa, então eu serei um estudioso e entusiasta. Compartilho com felicidade o conhecimento que adquiri por autodidatismo. Ainda reitero que, ao responder perguntas, muitas vezes faço interpretações pessoais de estudos científicos, com minha visão de leigo. Seria bom tomar todas essas informações com ceticismo.

No entanto, as informações abaixo não devem ser interpretadas (e não tem esse fim) como aconselhamento médico. Ao Pablo e aos demais leitores, reitero que o conteúdo tem fim apenas informativo. Referende as informações aqui contidas com um médico, caso precise. Consulte um neurologista ou um psiquiatra caso necessite de ajuda nessas áreas ou se pretende iniciar a utilização de um fármaco.

Colina: nutriente aliado da saúde
Dito isso, irei responder a pergunta do Pablo. Vou começar do mais simples: a colina. O nome pode até parecer um pouco estranho, mas, na verdade, trata-se de um composto que você já ingere diariamente, por meio da alimentação! Como disse antes, esse nutriente é considerado por alguns pesquisadores como uma vitamina do complexo B (e, no meu blog, prefiro considerá-la assim também embora não exista consenso científico). Embora o seu corpo consiga produzir um pouco de colina sozinho, a maior parte vem pela alimentação. 


Alguns websites erroneamente informam que, como há uma produção endógena (isto é, pelo próprio organismo), então não é necessário buscar a colina nos alimentos. Ledo engano! “Deficiência de colina” é algo que não apenas pode existir como é quase onipresente. Em um artigo de 1998, o doutor Steven Zeisel - esse da foto acima - foi o primeiro a chamar a atenção para o quanto a carência de colina é difundida. Ele também foi o primeiro a atentar para o quanto esse nutriente é importante. Zeisel é o diretor no Instituto de Pesquisa de Nutrição na Universidade da Carolina do Norte (o cara, muito renomado, coordena até mesmo um "Laboratório de Estudos de Colina"!). Então, sabe do que está falando.

A gema do ovo é rica em colina
Em seu texto, ele defende que a colina é - muito infelizmente - esquecida por muitos profissionais da Saúde quando o assunto é a correção de carências nutricionais. De modo ferrenho, Zeisel mostra a necessidade de chamar a atenção para esse nutriente e defende: "Conscientizar sobre a universalidade da ingestão de níveis sub-ótimos de colina precisa se tornar o foco dos esforços da saúde pública". E por que você deveria se preocupar em consumir colina na dieta? Bom, o tom de urgência no texto do doutor Steven Zeisel é porque esse nutriente tem quase 1001 funções no corpo. 

Uma de suas ações fisiológicas é a doação de grupos metil [1]. Explico: a manutenção de processos de metilação, que é em parte garantida pela colina, é importante para conservar um aminoácido chamado de metionina, que é reconhecido por sua ação protetora no fígado (a deficiência de colina contribui para o desenvolvimento da esteatose hepática, ou "fígado gorduroso"). A metionina – cuja presença é afetada pelos níveis de colina – também age como precursora de um antioxidante poderoso e presente dentro de suas células chamado de glutationa [2]. Ou seja, indiretamente, a colina afeta as defesas antioxidantes do corpo – prevenindo contra o ataque de radicais livres.

A importância da colina para o cérebro
A colina é utilizada na fabricação da acetilcolina, neurotransmissor que participa de processos de memorização
Mas para quem busca melhorar a capacidade intelectual, a colina merece atenção especial. Isso é porque ela é usada como matéria-prima para construir um mensageiro químico cerebral (um neurotransmissor) chamado de acetilcolina. A acetilcolina, entre muitas outras funções, é parcialmente responsável pelo nosso aprendizado. Isso é porque ela atua no primeiro estágio da formação de memórias, o processo de codificação de informações (mais em voga é o termo em inglês, encoding) [3]. Além disso, a acetilcolina está envolvida na regulação da atenção e do foco [4]. Para que haja bons níveis de neurotransmissor, é necessário consumir diariamente a colina.

Se você não está satisfeito, considere que “a tal colina” também compõe a fosfatidilcolina, que é uma molécula integrante das suas membranas plasmáticas. Essas membranas são como muradas oleosas que revestem e protegem as células do seu corpo. A colina é um ingrediente importante de tais membranas – e elas, por sua vez, são cruciais porque desempenham papéis especializados no seu cérebro [5]. Elas participam da liberação e da recepção de neurotransmissores, o que, no final das contas, significa dizer que elas são cruciais para a comunicação entre as suas células nervosas. Para que você consolide informações, a eficiência das sinapses precisa ser garantida, o que requer a integridade das membranas plasmáticas.
A superfície dos neurônios é revestida pela membrana plasmática. É essa estrutura - que contém colina - que garante a eficiência da comunicação entre as células nervosas
Ah, ainda tem algo “interessante” (talvez mórbido seja o adjetivo que melhor se aplique). Quando há uma deficiência de colina, o seu cérebro entra num modo de racionamento. E ele preserva a construção de acetilcolina. Não é à toa: ela é importante para funções “básicas”, como o movimento dos músculos. O problema é que o processo de racionamento envolve um autocanibalismo

Em favor da produção de acetilcolina, quem sofre são as moléculas de fosfatidilcolina – aqueles tijolos que formam a membrana plasmática! Considerando a importância da integridade e eficiência da membrana plasmática para o aprendizado, isso não é boa notícia. De fato, a destruição das membranas só para custear a produção de acetilcolina pode levar à morte celular [6].

Então, antes de tudo, é importante entender: a colina é importante com ou sem Noopept! Ao tratar de colina, não estamos tratando de um item acessório – mas, sim, de um requisito! Além disso, considere que a colina é uma vitamina hidrossolúvel. Em termos práticos, isso significa que ela é facilmente excretada na urina. Como não é armazenada no corpo, você deve ingeri-la diariamente a fim de repor os níveis. 

Quanto de colina por dia?
O salmão é abundante em colina
Mas quanto é necessário? A Anvisa, da mesma forma que outras agências internacionais, estipula um valor de 550 mg por dia como a Ingestão Diária Recomendada do nutriente. Tal número pode ser atingido com uma dieta rica em ovos, leite, soja, trigo e carnes magras.

Mas surpresa: segundo dados estadunidenses, mais de 90% das crianças e adultos da terra do Tio Sam não obtém colina suficiente na dieta [7]! Não creio que há nenhuma razão para acreditar que a dieta tradicional brasileira seja melhor que a de 90% dos americanos... E o número "mágico" de 550 mg de colina por dia não está escrito em pedra. Alguns cientistas defendem que 550 mg por dia é mesmo suficiente para prevenir sinais de disfunção hepática – mas que uma ingestão mais farta desse nutriente seria pertinente para a saúde como um todo [8].

O Noopept aumenta as necessidades de colina?
Mas vamos ao Noopept! Ele seria um peso extra na balança da ingestão de colina? Bom, vou analisar a farmacologia do Noopept para responder isso. Ao melhor do meu conhecimento, não há nenhum artigo que indique que o Noopept aumente a liberação da acetilcolina ou acelere o metabolismo desse neurotransmissor. Não preciso nem dizer que não há também nenhum material falando em aumento da destruição de acetilcolina com o Noopept. Isso não seria nada condizente com o perfil da droga, que é um nootrópico. Se fossem esses os casos, então haveria sentido em suplementar colina apenas como um “combustível” para as ações do Noopept.

Estudos  com neurônios animais in vitro indicam
que o Noopept facilita a transmissão de acetilcolina
Na verdade, os estudos apontam mesmo é que o Noopept, em termos simplistas, faz a acetilcolina que já existe no cérebro “render mais”. Considere um estudo [9] conduzido pela Academia Russa de Ciências Médicas, em que cientistas aplicaram Noopept em neurônios isolados de escargots (Helix pomatia). Sim, é isso mesmo, colocaram Noopept em células nervosas extraídas de caracóis! Passada a estranheza inicial, o experimento mostrou que, esses neurônios tratados com Noopept tinham uma resposta fisiológica muito mais exarcebada à microaplicações de acetilcolina. O Noopept tornou os neurônios mais “sensíveis” à acetilcolina - o que foi verificado pela medição da corrente elétrica por micro-iontoforese. A amplitude da resposta neuronal frente à acetilcolina aumentou em 75%.

Outro ponto chave desse estudo foi que os pesquisadores usaram também bloqueadores de receptores colinérgicos. Para a acetilcolina realizar suas funções, ela deve se encaixar em proteínas de formato específico para ela. Quando a acetilcolina finalmente se encaixa nesses receptores proteicos, ela pode então desempenhar seus efeitos, como a facilitação do aprendizado. Esse conceito é demonstrado na imagem abaixo: 
Representação gráfica simplificada da transmissão colinérgica
Como esperado, após o uso de moléculas que bloqueavam esses receptores, o efeito do Noopept em aumentar a sensibilidade à acetilcolina foi atenuado. Os cientistas, então, postularam que os receptores colinérgicos mediam os efeitos do Noopept. 

Há outro experimento [10] com o Noopept que também corrobora essa hipótese de maior sensibilidade de receptores de acetilcolina. Em um estudo, ratos podiam escolher onde permanecer numa caixa com compartimentos diferentes. Ocorre que, ao optarem por um determinado compartimento específico, os roedores recebiam um choque. A ideia era que eles “aprendessem” a buscar o caminho do compartimento seguro – onde não eram punidos e evitassem o do choque. 

Quando compostos que antagonizam os receptores colinérgicos foram usados, os ratos ficaram mais "estúpidos". Não aprendiam. O uso dessas moléculas que bloqueiam receptores de acetilcolina diminuiu as chances dos ratos escolherem o compartimento seguro. No entanto, o uso do Noopept logo em seguida aboliu os efeitos amnésicos e restaurou o aprendizado dos roedores. Os ratos passaram a ter uma preferência pelo compartimento “seguro” – o que demonstrou uma melhora na memória, mesmo na presença de compostos anticolinérgicos. Então, o estudo demonstrou que o Noopept reverteu os efeitos dos bloqueadores dos receptores de acetilcolina.

Com um design similar, outro trabalho demonstrou que o Noopept demonstrou beneficiar o resgate de informações (a recordação) em camundongos que haviam recebido drogas anticolinérgicas. Ainda, os autores concluem que esse dado confirma que o Noopept é mesmo um agente com efeitos "agonistas de colina" [11]. 

Representação simplificada do mecanismo de ação do Noopept no sistema colinérgico. É provável que os metabólitos do Noopept atuem em nível de sítios no interior dos receptores de acetilcolina. 
Traduzindo tudo isso do neurologuês, uma boa aposta é que o Noopept potencializa a acetilcolina, como apontado acima. Seria razoável supor que o Noopept (por meio de metabólitos) torne os receptores da acetilcolina bem mais sensíveis e responsivos ao neurotransmissor. Assim, quando o acetilcolina encontra seus receptores, a resposta neuronal seria maior que a normal. Com a ação da acetilcolina facilitada, também seria razoável especular que menos acetilcolina que o normal seria necessária para modular funções como aprendizado e memória. Sob essa ótica, o Noopept poderia ajudar a "poupar" mais colina e poderia até mesmo ser benéfico para uma pessoa com deficiência de colina.

O Noopept não é um psicoestimulante forte
 
Comercial do Noopept, indicado na Rússia como um "segredo para excelente memória", com notável foco para adultos mais velhos. Droga não causa, geralmente, agitação.

Por outro lado, um pesquisador já notou que drogas que "induzem a atividade neuronal" (estimulantes) e  indução da "transmissão de impulsos nervosos em neurônios colinérgicos" podem requisitar maior suplementação de colina. Ou seja: qualquer coisa que estimule muito o cérebro exige mais colina. Isso até mesmo para evitar aquele processo autocanibalístico de destruir as membranas plasmáticas a fim de produzir acetilcolina [12]. É difícil dizer se o Noopept se encaixaria nessas descrições. 

Enquanto que por um lado é possível argumentar que a maior sensibilidade à acetilcolina faria os neurônios dispararem mais, isso provavelmente seria corrigido (por feedback negativo) em longo prazo. O efeito prático: menos acetilcolina seria necessária para produzir uma resposta neuronal e, assim, mais colina seria poupada para o cérebro (minha interpretação). Isso, então, não significaria uma condutância exacerbada de mensagens nos neurônios colinérgicos. Além disso, a literatura científica também parece concordar.

Num estudo em humanos que comparou o piracetam e o Noopept, os autores notaram que o perfil da droga não é no sentido de causar agitação [13]. Eles concluíram que o Noopept possui um perfil terapêutico "balanceado", enquanto que o piracetam, em contraste, é "predominantemente estimulante". O Noopept foi descrito como um "psicoestimulante sutil" (muito embora eu pessoalmente acredite que o piracetam também seja). Segundo os autores, para aplicações terapêuticas, uma droga com qualidade excessivamente psicoestimulante não seria desejável - e isso aumentaria o mérito do uso do Noopept.

Há muito empirismo nessas avaliações, mas um estudo in vitro demonstrou que o Noopept aumenta a transmissão de GABA, um neurotransmissor inibitório - isto é, que lentifica a condução de impulsos nervosos [14]. Teoricamente, o Noopept, por esse tônus inibitório, puxa o freio da transmissão nervosa - e impede que os seus neurônios fiquem disparando mensagens em excesso. Isso explicaria a atividade ansiolítica (contra a ansiedade) do Noopept, segundo os autores. Tornaria mais difícil, eu creio, enquadrá-lo como um "(forte) indutor de atividade neuronal".

Conclusão
Noopept não parece exigir, por si só, uso de suplementos de colina ou reforço em alimentação
Considerando tudo isso, minha interpretação é de que parece haver uma otimização da neurotransmissão de acetilcolina com o uso do Noopept. Isso significa dizer que o Noopept não impõe, a primeira vista, uma suplementação de colina. Não somente usar mais colina não seria um pré-requisito para usar o Noopept, mas também – talvez – uma possível deficiência de colina seria atenuada por causa do Noopept! Isso graças à atividade de aumentar a sensibilidade à acetilcolina que é atribuída a esse nootrópico russo.

A atenção à ingestão de colina (atenção e não obsessão!) é universalmente importante. O Noopept apenas não parece exigir mais. Uma suplementação com colina - seja por via da lecitina de soja ou CDP-colina (citicolina) ou Alpha GPC - poderia ampliar os efeitos do Noopept (no sistema colinérgico). Isso poderia ser tanto para o bem ou para o mal. Para alguém com pouca dominância em acetilcolina, poderia haver um ganho em memória e concentração com a terapia sinergística. 

Para quem já possui uma boa alimentação equilibrada e satisfatória em colina ou é favorecido por alguns fatores genéticos (em relação ao nível de atividade de enzimas envolvidas no metabolismo da acetilcolina e de derivados de colina), então seria possível que a adição de outro suplemento colinérgico não seria benéfico. Um excesso de transmissão colinérgica não é desejável e pode impactar outros sistemas de neurotransmissores. 

O uso de Noopept + precursores de acetilcolina fortes ou então junto de anti-colinesterásicos poderia causar efeitos colaterais colinérgicos. Esses envolveriam, por exemplo, aumento da salivação, sudorese, dores abdominais e dor de cabeça. De novo, apenas estou aventando diferentes cenários e reflexões - e não estou afirmando que esse seria o caso. É difícil falar com segurança dessas interações diante da falta de estudos científicos analisando tais combinações. Experiências individuais na Internet variam.

Veredito final: é importante ingerir colina por meio de dieta ou suplementação (possivelmente em quantidades maiores que 550 mg/dia) independente de qualquer coisa. O Noopept não aumenta tal necessidade de ingestão de colina - e é possível (repito: possível!) que mesmo a diminua em longo prazo, por seu efeito de agonista ("potencializador") do sistema colinérgico.

Referências bibliográficas
[1] Choline deficiency in mice and humans is associated with increased plasma homocysteine concentration after a methionine load.
[2] Methionine and cysteine affect glutathione level, glutathione-related enzyme activities and the expression of glutathione S-transferase isozymes in rat hepatocytes.
[3] The Role of Acetylcholine in Learning and Memory
[4] High acetylcholine levels set circuit dynamics for attention and encoding and low acetylcholine levels set dynamics for consolidation.
[5] Omega-3 DHA and EPA for cognition, behavior, and mood: clinical findings and structural-functional synergies with cell membrane phospholipids.
[6] Phosphatidylcholine as a precursor of choline for acetylcholine synthesis.
[7] Choline in the diets of the US population: NHANES, 2003–2004
[8] Adequate Intake levels of choline are sufficient for preventing elevations in serum markers of liver dysfunction in Mexican American men but are not optimal for minimizing plasma total homocysteine increases after a methionine load
[9] [Behavioral and electrophysiological analysis of the choline-positive effect of nootropic dipeptide acylproline (GVS-111)].
[10] Original nootropic drug noopept prevents memory deficit in rats with muscarinic and nicotinic receptor blockade.
[11] Dipeptide preparation Noopept prevents scopolamine-induced deficit of spatial memory in BALB/c mice.
[12] Neurochemical effects of choline supplementation.
[13] Comparative studies of Noopept and piracetam in the treatment of patients with mild cognitive disorders in organic brain diseases of vascular and traumatic origin.
[14] Novel nootropic dipeptide Noopept increases inhibitory synaptic transmission in CA1 pyramidal cells

PS: Como eu disse, a conclusão vai muito da minha interpretação. Sintam-se livres para debater e discordar das conclusões que tirei. Isso é muito bem-vindo.

6 comentários:

  1. Mateus, em primeiro lugar gostaria de te parabenizar pela aprovação no curso dos seus sonhos! Em segundo, te agradecer por disponibilizar conteúdos que tem também tem me ajudado muito na conquista do meu sonho que é passar em um concurso público na área em que me formei. Trabalho à noite, numa função bem puxada, plantão de 12 e às vezes 24 horas, faço cursinhos preparatórios, inglês, enfim, o esgotamento é inevitável. Mas tenho tomado alguns suplementos descritos aqui e gradativamente tenho tido resultados satisfatórios. Sucesso! Deus te abençoe mais ainda!

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    1. Christin, muito obrigado pelos parabéns! Também espero que conquiste o seu sonho de aprovação no concurso. Excelente receber o seu comentário e perceber que as informações que eu disponibilizo aqui estão fazendo a diferença para você! Faço votos de sucesso na sua empreitada também, e de força para aguentar a rotina puxada. Deus te abençoe também!

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  2. Cara Top, Assim que começar a ganhar dinheiro vou fazer doação p/ seu blog !
    E difícil achar um assim , organizado com conteúdo foda Vlw continue assim
    obg

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    1. Obrigado, anônimo. Excelente receber esse reconhecimento!

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  3. Caro, então, em sua opinião, muita suplementação para colina poderia ser prejudicial? No meu caso, por exemplo, Noopept + Alpha + ALCAR + Huperzine A, poderia me atrapalhar, ao invés de ajudar? Pensa que seria melhor apenas Noopept + Alpha, ou algo assim? Parabéns pela postagem, com referências bibliográficas, excelente site!

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  4. Matheus, seria possível fazer essa suplementação de colina ao tomar Complexo B em cápsulas?

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