sábado, 21 de maio de 2016

O Noopept é seguro?

*Na série de artigos E-mail aberto, respondo às dúvidas que os leitores do blog me enviaram via e-mail

Entenda como atua o Noopept e se o seu uso pode ser arriscado


A pergunta de hoje é outro questionamento do e-mail que comecei a responder no artigo anterior (clique aqui para conferir). O leitor Pablo perguntou a respeito da segurança de um nootrópico russo chamado de Noopept (se você é novato, falo um pouco sobre o Noopept logo abaixo). Pablo indaga se o uso desse nootrópico pode ser perigoso. Confira o e-mail abaixo:


Primeiro de tudo, um disclaimer: o artigo tem apenas a intenção de informar e de debater - e não de endosso ou incentivo do uso do Noopept (ou qualquer outro fármaco). Irei responder à essa pergunta prezando, principalmente, pelas descobertas dos estudos científicos que analisaram a questão. Quem deve prescrever e orientar o uso é somente um profissional médico - e fora da Internet!. Dito isso, vamos à Ciência!

Se você está caindo aqui de paraquedas, venha para uma introdução: o Noopept é uma molécula sintética desenvolvida na russa com qualidades antioxidantes, anti-inflamatórias, anti-amnésicas e neuroprotetoras. Os predicados são muitos - e, hoje, o Noopept é vendido nas farmácias da Europa Oriental como um medicamento para melhorar a memória e as funções cognitivas. Para ler mais sobre o Noopept e se inteirar totalmente sobre o assunto, dá um clique aqui para ler meu último artigo.



Molécula "familiar"
Molécula do Noopept, com os aminoácidos prolina e glicina indicados
Indo de encontro a pergunta do leitor - sobre a segurança de uso do Noopept - o ponto mais preliminar de todos é que esse nootrópico possui uma estrutura molecular que "soa familiar" ao corpo. Explico: o Noopept é formado, basicamente, pela junção de dois aminoácidos - compostos orgânicos que são naturalmente encontrados nos alimentos. Os aminoácidos que constituem o Noopept são a prolina e a glicina, indicados acima na molécula do nootrópico.

Esses aminoácidos são unidos a radicais químicos - também comuns ao corpo - que dão "sustentação" à geometria da molécula [1]. E, apesar de sintético, o Noopept é metabolizado em compostos que naturalmente ocorrem no corpo [2]. Pode-se dizer que esse é um ponto a favor do Noopept: ele não é tão estranho ao metabolismo celular.

Estudos in vitro e em animais
O próximo ponto é que, como resumi neste último artigo, o Noopept tem uma boa gama de estudos tanto em células de cultura quanto em animais. Nesses trabalhos, o Noopept se mostrou seguro. O problema é que os modelos animais causam (uma talvez injustificada) desconfiança ao grande público.

Tais estudos, na verdade, embora falíveis, são em geral um bom preditivo para a segurança e eficiência de um fármaco em potencial. Até aqui, tudo bem para o Noopept: ele demonstra uma toxicidade muito baixa mesmo quando administrado em doses cavalares em ratos de laboratório. Pegando o gancho que deixei no último artigo: quais são os resultados do uso do Noopept em humanos?

Investigando o Noopept em humanos
Estudos que examinaram o Noopept em pessoas não são tão numerosos – e, naturalmente focaram em pessoas com comprometimento cognitivo e não em biohackers ávidos em melhorarem sua produtividade no trabalho. Uma dessas pesquisas data de 2009 e avaliou tanto a eficiência quanto a segurança do nootrópico russo [3]. Vamos dar uma olhada nesse trabalho. 

A galera que topou participar - 41 pessoas - do estudo sofria de um "comprometimento intelectual moderado". Esse é um termo bem vago e que extrapola a Nosologia, embarcando pacientes com déficits cognitivos maiores que aqueles naturalmente observados no envelhecimento, mas menores que os notados nas demências. Além disso, alguns dos pacientes que participaram tinham danos cognitivos por causa de problemas de origem vascular e outros por prejuízos pós-traumáticos. 
Além disso, um ponto interessante desse estudo é que enquanto algumas cobaias humanas receberam 20 mg de Noopept, outras receberam 1200 mg de piracetam. Então, os resultados da pesquisa nos permitem comparar os efeitos desses dois grandes nootrópicos. Para quem não conhece o piracetam, clique aqui para ler mais sobre esse nootrópico.

O Noopept é capaz de melhorar a cognição afetada por problemas circulatórios
Vamos aos achados: após 56 dias, o estudo notou que ambas as intervenções terapêuticas melhoraram a cognição dos voluntários com problema vascular cerebral. Além disso, metade daqueles que estavam com déficits cognitivos devido a um trauma também se beneficiou. Entre os vários parâmetros analisados, tanto o Noopept e o piracetam beneficiaram queixas relativas à fadiga, ansiedade, estabilidade emocional, humor, sono e vigília. Ao analisar o quadro geral, o piracetam e o Noopept demonstraram a mesma eficiência.

No entanto, o Noopept foi superior ao piracetam num teste de avaliação cognitiva chamado de Mini-Exame de Estado Mental (MMSE, na sigla em inglês). Esse teste é compreendido por tarefas que exigem atenção, capacidades aritméticas, habilidades de linguagem e de orientação espacial, além de memória imediata. Pois a pontuação final do MMSE dos voluntários que haviam usado o Noopept foi significativamente maior do que daqueles que receberam o piracetam.

No que tange a segurança, o piracetam e o Noopept foram descritos como “bem tolerados” – o que significa que não causaram, no curso dos 56 dias de administração, nenhum efeito adverso sério ou algum efeito adverso particularmente frequente. Ainda, exames de sangue e avaliações bioquímicas não mostraram nenhuma alteração significativa durante o tratamento com o piracetam ou com o Noopept. Apesar dos dois nootrópicos terem demonstrado boa segurança nesse estudo, o Noopept sai ainda mais na frente: ele causou 1,8 vezes menos efeitos desagradáveis que o piracetam.

Os autores desse estudo, ao fim do texto, apontam que o Noopept possui um “perfil balanceado de atividade terapêutica” – segundo eles, diferente do piracetam. Ainda, esse time de pesquisadores reiterou que o Noopept possui vantagem ao piracetam tanto em termos de eficácia terapêutica quanto de segurança.

Mais eficiência ao custo de menos efeitos adversos parece uma ótima barganha na prática clínica. Os russos concordam – tanto que o Noopept é vendido comercialmente por lá e em países vizinhos. Aqui no Brasil, parece não haver interesse em comercializá-lo (isso partiria de uma uma vontade das próprias empresas da indústria farmacêutica, em primeiro lugar, e não da Anvisa).

Ao mesmo tempo, há alguns outros estudos em humanos sustentando as aplicações terapêuticas do Noopept. A literatura científica dá conta de que o Noopept é eficiente para melhorar a cognição de pacientes que possuem um mau funcionamento cerebral (encefalopatia) por problemas de circulação e pobre oxigenação cerebral ("discirculatória")* [4].

Além disso, outro estudo notou que o Noopept, usado diariamente, a 20 mg, por 2 meses “melhora a função cognitiva em pacientes de AVC com um alto nível de segurança” [5]. Já em outro estudo, cientistas fizeram a leitura do eletroencefalograma de pacientes com problemas na circulação cerebral ou com traumatismo craniano que receberam o Noopept. O trabalho acrescentou mais evidências de que o Noopept é benéfico para essas condições [6].

Por fim, outro estudo observou a eficiência do Noopept para prevenir os efeitos adversos da quimioterapia anti-tuberculose. Comparado ao grupo placebo, o grupo que recebeu 20 mg de Noopept por dia tiveram uma “normalização do sistema nervoso vegetativo e do sistema antioxidante”. Esses voluntários, comparativamente, tiveram menor ansiedade e uma frequência menor de efeitos adversos neurotóxicos e cardiotóxicos [7].

Noopept melhora a performance mental de jovens saudáveis sob estresse
Beleza, mas e se você não acabou de sofrer um AVC ou um traumatismo craniano, nem tem problemas vasculares, nem toma drogas para tratar tuberculose? O que dizer do uso do Noopept em pessoas completamente saudáveis, jovens e sem problemas cognitivos algum? A literatura russa já, fez, sim, uma investigação do uso do Noopept nesse grupo! Foi um sofrimento para encontrar o texto - e outro maior para descriptografá-lo e então traduzi-lo para o inglês - mas o material revela os efeitos do Noopept em jovens sadios e de idade entre 20 e 24 anos [8].

O "Estudo de Propriedades Meteoadaptogênicas de Drogas Peptídicas" trata de como uma variedade de drogas auxilia na adaptação e resistência fisiológica e psicológica a situações extremas: excesso de calor, frio ou ar rarefeito. Os autores buscaram entender como o Noopept e drogas similares agem em pessoas submetidas ao calor infernal, à friaca e à baixa oxigenação do ar. 

Mais um estudo científico "normal"...
Para entender isso, os jovens que participaram do estudo passaram horas em uma Câmara de Vácuo Térmico que simulava tais condições adversas. Eles ainda enfrentaram avaliações de capacidade física e de desempenho cognitivo nesses cenários estressantes. Andar numa bicicleta ergométrica dentro de uma câmara regulada para 45º C e 80% de umidade relativa do ar (entre outros sadismos) certamente não tornou esse o estudo mais confortável do mundo para as cobaias humanas.

Esse estudo mostrou que, em situações de extremo estresse, o Noopept impulsiona tanto a performance física quanto mental de pessoas saudáveis. O Noopept, quando comparado a um placebo, diminui o cansaço, a ansiedade e melhora a auto-estima e o humor dos jovens. (E é importante manter o bom humor dentro de uma Câmara que simula as condições do alto de uma montanha de 3000 metros de altitude). Os autores da intervenção chamaram atenção para a capacidade do Noopept em beneficiar aspectos psicológicos durante o estresse, dando suporte à saúde mental.

Nenhum comentário foi feito a respeito da segurança de uso do Noopept. Os autores desse estudo não mencionaram sobre efeitos colaterais. Isso sinaliza que não houve nenhum efeito adverso - ou, mais provável, nenhum suficientemente sério ou muito frequente, o que certamente seria digno de nota. Ainda, uma Comissão de Ética teve que aprovar a administração dessa droga aos jovens saudáveis - o que sinaliza que o Noopept foi considerado suficiente seguro para ser usado por esse grupo (pelo menos usado por uma única vez).

Noopept: o segredo russo para uma "excelente memória"
A esse ponto do texto, eu atinjo um beco sem saída - já exauri aqui todos os dados e evidências que eu pude encontrar em estudos científicos. Então, parto para outras informações extremamente revelantes - mas sem apelo técnico. 

Considere que o Noopept é um medicamento de venda livre na Rússia e em países vizinhos. Isso significa dizer que, no antigo território soviético, a droga é julgada suficientemente segura para ser liberada para uso - e sem requisitar, necessariamente, prescrição médica. Comprar Noopept numa farmácia russa equivale a comprar um paracetamol no Brasil. O Noopept é, aparentemente, tão corriqueiro na Rússia que possui até mesmo comerciais veiculados em TV. 

É engraçado assistir a esses anúncios - mesmo que, assim como eu, você não consiga entender palavra alguma, exceto por um "Naiapepti", em algum momento do vídeo. É assim a pronúncia do nome Noopept em russo. A campanha de TV seria totalmente condenada em terras tupiniquins. A Anvisa reprovaria - em especial por que a propaganda quase o vende como um "neurocostemético", com imagens associando-o a melhores funções intelectuais e melhor qualidade de vida. A legendagem automática do vídeo também mostra que o locutor fala que o Noopept é o "segredo para uma memória excelente". Veja os comerciais abaixo:
 

De modo semelhante atua o website oficial do Noopept russo. Ao falarem sobre o medicamento, surpreende o quanto o tom é publicitário - com dizeres como "usando a ciência para melhorar as funções cerebrais". O texto ainda comenta alguns fatores estressantes ao cérebro - um ritmo maior de trabalho, os exames escolares e o aprendizado de uma língua estrangeiro - logo, indicando que o medicamento ajuda nisso.

O que diz a bula do Noopept?
A bula do Noopept (pretendo traduzi-la em breve) o indica para "restaurar a memória e as funções cognitivas comprometidas". Ainda, a bula informa que o Noopept é contraindicado para grávidas e mulheres em período de lactação, pacientes menores de 18 anos, com alergia ao princípio ativo ou em estágio avançado de problemas renais e/ou hepáticos.

O website alega que estão a caminho estudos do Noopept em crianças, "dado o baixo nível de toxicidade". A aprovação do Noopept para crianças poderia, de acordo com o F.A.Q. do website oficial do medicamento, permitir a indicação para "melhorar o aprendizado" dos menores. Quanto à segurança, os seguintes comentários são feitos na bula do Noopept (em uma tradução grosseira):
O Noopept não é cumulativo no corpo. Não causa dependência (nem abstinência) com o desmame da droga. O Noopept não causa prejuízos a órgãos internos, não causa mudanças em parâmetros hematológicos e bioquímicos, não é imunotóxico, não exibe atividade teratogênico, nem propriedades mutagênicas. 
Difícil entender porque o Noopept é contraindicado a grávidas no mesmo texto em que se diz que ele não é um agente teratogênico. Mas, enfim, sobre os efeitos adversos da droga, a bula comenta:
Possíveis reações alérgicas. Em pacientes com hipertensão arterial severa (estágio 3), um efeito colateral como da droga pode ser o aumento da pressão arterial.
Além disso, durante uma entrevista, a cientista Rita Ostrovskaya - um dos nomes a frente do desenvolvimento do Noopept - foi questionada sobre efeitos colaterais do Noopept. Dado que se trata de uma relação criador-criatura, é possível suspeitar um pouco do que ela diz. De qualquer forma, esses foram os comentários de Rita: "(O Noopept) é usado clinicamente há um longo tempo  e realmente não há nenhum efeito colateral - exceto por um". 

Em seguida, ela descreve que é possível que o Noopept aumente ligeiramente a pressão arterial. Ela conta que isso foi observado durante os ensaios clínicos. Nesses ensaios, os pacientes recebem a droga e em seguida, respondem a um questionário - que pergunta, inclusive, sobre efeitos adversos. "As pessoas estavam nervosas e algumas ansiosas por responder o questionário". Daí, alguns voluntários descreveram um aumento de pressão. "Mas eu acredito que isso tenha sido psicológico", diz Rita. "É um problema importante em ensaios clínicos, não apenas no nosso caso", finaliza.

É digno de nota que tanto Rita quanto a bula russa recomendam que não se use o Noopept por mais de 90 dias seguidos. Ambos indicaram uma pausa de um mês entre regimes de administração. Eles informam que isso é para evitar qualquer surgimento de tolerância. Para mim, faria mais sentido se fosse por outro motivo: a falta de estudos avaliando o uso em longo prazo do Noopept.

Conclusões (pessoais)
O Noopept é perigoso? 
Todas as evidências apontam para que a droga seja segura em pessoas saudáveis e que não façam uso de outros medicamentos, quando usada em curto prazo (por não mais que 90 dias).  Os estudos que usaram o Noopept em humanos não apontaram alterações preocupantes ou significativas em exames de urina, nem em exames de sangue. Os voluntários desses estudos também não relataram efeitos adversos - exceto por um aumento de pressão arterial, que poderia ser por motivos psicológicos. A própria arquitetura molecular do Noopept - que é formado por dois aminoácidos e radicais químicos que ocorrem naturalmente no corpo - corrobora essa suposta segurança.

Sobre o uso em longo prazo - mesmo com pausas de um mês entre regimes - eu acredito que é cedo demais para afirmar. Mais estudos - que, em especial, examinem os mecanismos de ação do Noopept quanto à regulação gênica ou acompanhem voluntários por mais tempo - ajudariam a delinear isso.

Ainda há outro fator: a menos que o Noopept seja comprado em uma farmácia autorizada a vendê-lo - isto é, um estabelecimento russo e de países da Europa Oriental - é difícil garantir que aquilo realmente seja Noopept. Sites independentes dos Estados Unidos vendem a droga para "fins de pesquisa" ou como "material de estudo" (para cientistas) e não para consumo humano. Comprar desses sites, mesmo que eles ofereçam certificados de análise, envolve, no fim das contas, confiança.

Eu posso tomar o Noopept? Certamente não sem uma recomendação médica. Um médico brasileiro provavelmente teria que analisar a literatura científica sobre o Noopept. Como o medicamento não é regulado no Brasil (isto é, a Anvisa não o reconhece como ilícito, nem como medicamento), os profissionais brasileiros não estão familiarizados com o medicamento. Daí a necessidade do estudo.

Só após uma perícia da literatura (que, infelizmente, possui muitos artigos não traduzidos ao inglês) que um profissional médico poderia estabelecer o custo/benefício de autorizar o uso do Noopept ao seu paciente. Mas, aí, haveria outro problema: é legal importar Noopept para uso próprio - pela natureza não-regulada dessa droga - mas eu acredito que a importação ideal (que seria diretamente da Rússia, em farmácias autorizadas, e não em sites duvidosos dos EUA) seria um processo trabalhoso.

*O que os autores russos chamam amplamente de “encefalopatia discirculatória” é um termo genérico e aparentemente pouco empregado no Ocidente.

Referências bibliográficas
[1] Synthesis and antiamnesic activity of a series of N-acylprolyl-containing dipeptides
[2] [The pharmacokinetics of the dipeptide analog of piracetam with nootropic activity GVS-111 and of its basic metabolites].
[3] Comparative studies of Noopept and piracetam in the treatment of patients with mild cognitive disorders in organic brain diseases of vascular and traumatic origin.
[4] [Efficacy of noopept in discirculatory encephalopathy].
[8] [Meteoadaptogenic properties of peptide drugs in healthy volunteers].

PS: Brevemente irei responder aos comentários do blog. Um abraço a todos os leitores.

6 comentários:

  1. É até difícil acreditar que o Noopept, sendo bem mais eficaz e com certeza bem mais barato que o Piracetam, levando em consideração as devidas proporções, é claro; ainda não despertou interesse de nenhum laboratório aqui no Brasil para a sua produção e comercialização.
    O que eu especulo seja o fato do Noopept, ainda não ter sido comercializado continentalmente, e sobretudo, nos EUA. O que acabaria tornando um processo lento e burocrático da ANVISA para a sua liberação.

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  2. É preciso tomar colina junto com o Noopept?
    Qual seria a proporção ideal de colina/noopept?
    Daria para comer ovos como fonte de colina? quantos ovos seriam necessários por dia?
    E se fosse usar Alpha GPC, qual seria a proporção de Alpha GPC/noopept?

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  3. Não tinha visto que você já tinha escrito sobre a necessidade de colina junto com o noopept em
    http://www.cerebroturbinado.com/2016/05/colina-e-noopept-existe-sinergia.html#more

    Veredito final: é importante ingerir colina por meio de dieta ou suplementação (possivelmente em quantidades maiores que 550 mg/dia) independente de qualquer coisa. O Noopept não aumenta tal necessidade de ingestão de colina - e é possível (repito: possível!) que mesmo a diminua em longo prazo, por seu efeito de agonista ("potencializador") do sistema colinérgico.

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  4. Vendo NOOPEPT (Star Nootropics) !!!!
    10g (rende aproximadamente 1.000 doses) 50,00 reais
    5g (rende aproximadamente 500 doses) 25,00 reais
    Um dos melhores notrópicos!!!
    Envio para todo o Brasil.
    E-mail para contato: kikasantos387@gmail.com

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  5. Testei pramiracetam, noopept e aniracetam. Destes, considero disparado o melhor nootropico para quem quer se sentir mais feliz, sociável, criativo, focado e inteligente o Aniracetam. Seu efeito é leve, bem leve, mas é real. Afinal, estamos falando de um ajudante, e não de uma droga fortíssima. Eu tomo diariamente faz alguns meses, parece que não funciona mais pois me acustumei com o efeito (suave), mas faz efeito sim. É só você notar que se sente bem. Fique sem tomar uns dias e compare seu humor e seus relacionamentos. Modafinila eu já tomei algumas vezes, o efeito é extremamente potente, mas faz bem mal consumir diariamente, pois é uma anfetamina e atrapalha na produção de melatonina e do hormônio do crescimento. Recomento fortemente o Aniracetam. Para quem quer comprar no Brasil, sugiro o aniracetam.com.br, pois sei que eles entregam o produto verdadeiro, importado de bons fornecedores. Sou químico e conheço bem a textura, o sabor e o aroma e já comprei com eles e estou satisfeito.

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  6. qual a dose usada no estudo "8??

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